Quando somos reativos, ainda estamos estagnados na esfera ilusória do Medo. Conforme a imagem, e quando persistimos neste ponto, podemos ter várias reações que vem carregadas de emoção, esses comportamentos exteriorizados são como gritos internos para que você, e somente você perceba a necessidade de se compreender e mudar. Veja o mapa de reatividade e conheça cada um deles aqui.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Autoconhecimento requer coragem para ver nosso lado obscuro
Enquanto a raiz obscura existir em nosso interior, ela
prevalecerá. Somente quando tomamos conhecimento desta raiz trazendo ela para a luz da nossa consciência é que começamos a
caminhar para nossa cura.
Levando isso em consideração, e também a necessidade de conhecer
a fonte das nossas dificuldades, elaborei um diagrama que apresenta as
principais dores humanas.
Boa parte das pessoas tem pelo menos algumas dessas dores,
mas a cruel realidade é que essas pessoas em sua maioria nem sequer sabem
quais são suas dores, apenas vivem uma vida sofrida ao estilo “Vida me leva” com a ilusão de que
no futuro vai ser feliz.
Esse diagrama nos convida para uma prática de reflexão profunda
se você tem coragem para olhar para si mesmo em suas dores, com uma caneta e um
papel a mão, olhe para o diagrama e se pergunte honestamente:
1. Eu tenho essa dor?
1. Eu tenho essa dor?
Escreva quais dores você tem e dê uma nota de 0 a 10 quanto você sente isso no
seu dia, sendo zero quase nada e 10 o dia todo. Escreva em ordem decrescente as
dores da mais intensa para a mais fraca (use outra folha se necessário) responda
a próxima questão a partir da dor mais forte e vá respondendo até chegar na mais
fraca.
2. Como posso sair dessa dor? O que eu posso fazer quando senti-la
que vai aliviar ou transmutar? Qual o caminho para a cura?
A resposta para essa pergunta pode ser fácil para alguns, e difícil
para outros, de qualquer maneira sempre que conhecer uma dificuldade sua, e tomar
conhecimento deste seu lado fraco direcione seu olhar com atenção, escreva se
possível detalhadamente sobre seu problema, pois isso pode mudar sua vida, sempre
assuma a partir neste momento a responsabilidade por sua dor e adquira cada vez
mais força e lucidez para buscar e transmutar suas dores.
Se você fez essa prática me escreva depois e fale como foi.
Luís Fernando Richter
Coach
Luís Fernando Richter
Coach
quinta-feira, 20 de março de 2014
Viver de corpo e alma
A palavra autoconhecimento perde seu sentido se existir apenas no campo intelectual, das ideias, do pensamento. Obter o saber através do estudo é diferente de experimentar o saber na prática vivencial.
Pois todo conhecimento sem prática acaba se perdendo e com ele o aprendizado da experiência também se vai, e para não desperdiçar nosso tempo e nossa vida, o autoconhecimento pode ser praticado quando existe autopercepção e auto-observação momento a momento.
Quando vivemos de corpo e alma tudo o que fazemos, adquirimos uma riqueza que não tem preço, o saber da experiência vivida, o autoconhecimento através da prática.
Um indicador de que estamos vivendo de corpo e alma é se conseguimos sentir bem estar íntimo em qualquer coisa que estamos fazendo, apesar das turbulências externas do cotidiano, e internas da nossa mente, então estamos inteiramente presentes naquela experiência.
E esse é o ponto em que alcançamos certa capacidade de se tornar imperturbável, e de sentir a tão almejada paz interior, que está sempre lá dentro de nós, apenas esperando que nossa percepção a alcance, entretanto se manter neste estado tem um preço, é um grande desafio que exige de nós muita energia presencial, atenção ao momento presente.
Como em geral não temos essa energia toda, precisamos praticar diariamente, e passo agora o segundo exercício para desenvolvimento da presença.
Não deixe sinais onde estiver - Escolha um local de sua casa: cozinha, banheiro, quarto, e durante uma semana tente não deixar nenhum sinal de que você esteve ali. Essa prática ajuda a perceber o hábito de deixar para depois ou para os outros arrumarem ou limpar o que sujamos. Para facilitar a lembrança cole um papel escrito: “Não deixe sinais de que esteve aqui” no cômodo escolhido.
Trabalho com o desenvolvimento humano e auxilio no processo de mudança de vida. Atendimento pode ser online ou presencial.
Luís Fernando Richter
Coach
Pois todo conhecimento sem prática acaba se perdendo e com ele o aprendizado da experiência também se vai, e para não desperdiçar nosso tempo e nossa vida, o autoconhecimento pode ser praticado quando existe autopercepção e auto-observação momento a momento.
Quando vivemos de corpo e alma tudo o que fazemos, adquirimos uma riqueza que não tem preço, o saber da experiência vivida, o autoconhecimento através da prática.
Um indicador de que estamos vivendo de corpo e alma é se conseguimos sentir bem estar íntimo em qualquer coisa que estamos fazendo, apesar das turbulências externas do cotidiano, e internas da nossa mente, então estamos inteiramente presentes naquela experiência.
E esse é o ponto em que alcançamos certa capacidade de se tornar imperturbável, e de sentir a tão almejada paz interior, que está sempre lá dentro de nós, apenas esperando que nossa percepção a alcance, entretanto se manter neste estado tem um preço, é um grande desafio que exige de nós muita energia presencial, atenção ao momento presente.
Como em geral não temos essa energia toda, precisamos praticar diariamente, e passo agora o segundo exercício para desenvolvimento da presença.
Não deixe sinais onde estiver - Escolha um local de sua casa: cozinha, banheiro, quarto, e durante uma semana tente não deixar nenhum sinal de que você esteve ali. Essa prática ajuda a perceber o hábito de deixar para depois ou para os outros arrumarem ou limpar o que sujamos. Para facilitar a lembrança cole um papel escrito: “Não deixe sinais de que esteve aqui” no cômodo escolhido.
Trabalho com o desenvolvimento humano e auxilio no processo de mudança de vida. Atendimento pode ser online ou presencial.
Luís Fernando Richter
Coach
quinta-feira, 13 de março de 2014
Estou em Crise, isso é bom ou ruim?
Sem as eventuais crises que passamos, jamais conseguiríamos mudar e se tornar melhor com significativa proporção. Quando estamos enfrentando uma crise nada parece ter sentido, diante do turbilhão de emoções e pensamentos, perdermos todos referenciais mentais em que nos seguramos e a base da nossa personalidade egóica é totalmente abalada.
Em alguns momentos sentimos como se fossemos morrer, também nos sentimos sem valor e desamparados, com grande solidão apesar de ter pessoas ao nosso lado.
Tudo isso nos leva a criar em nossa mente que estamos sofrendo algo muito ruim e sem sentido, e nesse ponto precisamos estar atentos para não entrar como um personagem (vitimizado) mais uma vez na história criada por nossa mente, ao invés disso escolha ter atenção e aceitar tudo o que vier para coletar o aprendizado deste momento, vivenciando inteiramente de corpo e alma, mesmo sendo difícil esta experiência vai nos lançar como uma mola para uma transformação interior.
Para superar uma crise, viva a vida de verdade, aceite o que vier, com atenção em seu interior aprenda com a experiência vivida e você não mais vai precisar passar pelo mesmo sofrimento vezes sem fim.
Ajudo pessoas no desenvolvimento emocional, auxilio no processo de transformação e mudança de vida. Atendo em sessões online, me contate para tirar dúvidas.
Luís Fernando Richter
Coach
quinta-feira, 6 de março de 2014
Nossos problemas e a disfunção básica
Praticamente todas as pessoas tem problemas dos mais diversos tipos, e vivem com um incessante pensamento compulsivo que trás várias vezes ao dia seus problemas como se fosse uma vitrola enguiçada. Destaco a citação abaixo:
"Talvez seja difícil reconhecer que o tempo é a causa do nosso sofrimento ou de nossos problemas. Acreditamos que eles são causados por situações específicas em nossas vidas, e, de um ponto de vista convencional isso é uma verdade. Mas, enquanto não lidarmos com a disfunção básica da mente - o apego ao passado e ao futuro e a negação do presente, os problema apenas mudarão de figura." Eckhart Tolle
A negação do presente é algo que pode ser feito a todo o momento sem perceber, o que em geral é o que acontece. Vamos pegar como exemplo a energia da raiva. Quando estamos imersos numa raiva estamos identificados com uma emoção do passado, e apenas repetindo o mesmo comportamento que aprendemos a fazer diante desta energia que não compreendemos. Visto de outra forma, estamos negando o presente, pois nosso apego aquele comportamento do passado que conhecemos é mais fácil e menos arriscado que algo novo e desconhecido como enfrentar o que se apresenta no momento. Enquanto pensamos que estamos vivendo, na maior parte do tempo estamos repetindo reações automáticas que aprendemos, viver é experimentar o novo sem nenhum passado, sem medo, sem nenhuma certeza de nada, então é preciso coragem e aceitação do que vier.
Temos visão de nós mesmos quando estamos sob um estado meditativo de grande atenção e neste estado podemos observar nossa mente, emoções e também exercer atividades como trabalhar. andar, dirigir, estudar, etc. Nesse estado conseguimos estar mais presentes e efetivamente viver momento a momento.
Quando um gatilho emocional é acionado em nós, até podemos ter fortes emoções, mas se conseguirmos manter suficiente energia de presença, vamos perceber que aquilo de fato mexeu conosco, embora não tirou nosso centro, não tem o poder de nos tornar reativos. Assim, como um observador, sem se identificar com a emoção, apenas atento às energias de seu interior, aos seus pensamentos, e as mudanças no seu corpo conseguimos caminhar para a maturidade emocional.
Claro que é necessário treino e exercícios para aumento da atenção (mindfullness) igual a uma academia a presença deve ser "malhada" diariamente, então depois de muito treino conseguimos alcançar certo grau de imunidade a disfunção básica da mente: apego ao passado, ao futuro e a negação do presente.
Trabalho com desenvolvimento de pessoas e auxilio no processo de transformação e mudança de vida. Atendimento online, me contate para agendar uma sessão.
Luís Fernando Richter
Coach
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Reatividade por feridas profundas
Muitas vezes as pessoas têm tantas feridas emocionais de traição, invasão e abandono que estão profundas dentro de si e essas feridas são tão dolorosas que, mais fácil que investigar a verdadeira raiz dessas dores é achar uma pessoa de confiança que ela possa descarregar em forma conflito sua raiva e toda a carga de dores que ela sofreu.Do ponto vista do tratamento, se observa inicialmente que a dor destas feridas são tão grandes, que a pessoa não permite ninguém tocá-las, portanto não confia em ninguém, não procura se tratar e prefere sobreviver utilizando como artifício o relacionamento íntimo para liberar o excesso de dores e sofrimentos de suas feridas.
Assim usa este relacionamento como válvula de escape para as dores, mesmo que não tenha motivo para briga, essa energia de conflito virá de dentro da pessoa que possui essas feridas, pois ela precisa por pra fora, então qualquer coisa é motivo para uma discórdia, esse movimento é muito confortável para a pessoa que o inicia, pois sabe que vai se aliviar começando a por suas dores para fora por meio da raiva com seu parceiro.
Neste momento, onde uma pessoa impulsiva está jogando suas raivas na outra, para quem pratica isso por um breve momento é uma mistura de alívio, mas logo em seguida vem a descompensação física, energética, tristeza e depressão, tudo isso sem contar os danos irreversíveis causados na outra pessoa e o pior de todo este cenário é que este movimento não vai efetivamente curar as dores da pessoa, apenas alivia temporariamente o excesso de tensão causado pelo incessante sofrimento interior.
A reatividade desta maneira vai fomentar a autodestruição da pessoa em todos aspectos mesmo que seja inconsciente, vai também gerar frustração, decepção, sofrimento para si e para os outros. Em nossa evolução é provável que tenha sido útil a reatividade quando nossos ancestrais precisavam ser fortes e selvagens para revidar na luta pela sobrevivência, mas ainda hoje pessoas sobrevivem de maneira primitiva. A reatividade é um mecanismo de defesa natural e não há problema algum nisto, mas com o tempo nós fizemos da reatividade um subterfúgio para exteriorizar dores e emoções não compreendidas.
O grande primeiro passo para sair do sofrimento, depois de adquirir a grande vontade íntima de querer mudar sua vida, é desenvolver autopercepção suficiente para alcançar o reconhecimento de suas emoções, gatilhos e reações. Temos uma infinidade de ferramentas e recursos para este desenvolvimento como práticas de meditação, exercícios de plena atenção (mindfullness), tratamentos terapêuticos, etc...
Estando reativos emocionalmente por exemplo: exigindo algo de alguém muitas vezes ficamos cegos, podemos ter muita dificuldade em se perceber, observar nossas próprias emoções sem entrar em ação, pois não estamos usando nosso lado racional do cérebro (Neocortex), simplesmente estamos dominados pelo lado emocional do nosso cérebro (sistema límbico) e reagindo impulsivamente conforme o volume de energia emocional. Dai porque muitas fatalidades acontecem quando uma pessoa está agindo sob fortes emoções, para logo em seguida ao recuperar a razão se arrepender de seus atos.
Segundo a neurociência só depois que paramos todas atividades por pelo menos 6 segundos é que nosso lado racional volta a funcionar. Essa é a primeira técnica que eu ensino aos meu clientes, pois é a mais fácil e rápida. Então aquela frase de conhecimento popular: "ta nervoso, conte até 5" está correta desde que de os 6 segundos.
Para finalizar quero convidar você para uma prática que vai aumentar sua atenção, trazendo mais tranquilidade e percepção de suas emoções.
Exercício da mão não dominante: utilize sua mão não dominante para executar um pouco das tarefas que habitualmente você já faz sem perceber no piloto automático com a outra mão. Comece devagar usando sua mão não dominante alguns minutos com as talheres nas refeições, escovando os dentes ao menos uma vez ao dia, e fazendo pequenas tarefas. A mão não dominante é como se fosse nossa mão mais nova que não aprendeu a fazer as coisas enquanto a outra mais velha é a que sabe e faz tudo, essa prática além de desenvolver nossa presença nos estimula a ter compaixão e valorizar as pessoas que estão aprendendo.
Fico feliz com sua participação, faça um comentário após a prática, estou a disposição para responder perguntas.
Trabalho com desenvolvimento de pessoas e auxilio no processo de transformação e mudança de vida. Atendimento online, me contate para agendar uma sessão.
Luís Fernando Richter
Coach
Padrão do Fluxo Emocional - Vídeo com explicação
Explicação do diagrama padrão do fluxo emocional, quais suas reações, e como desenvolver um domínio emocional.
Acesse o diagrama Padrão do Fluxo Emocional.
Raízes dos Propósitos
Em nosso coração estão nossos propósitos, como é importante através do autoconhecimento ter aprofundado as raízes dos nossos propósitos maiores.Por exemplo, é bem fácil se perder no caminho do Ser quando nosso ego é inflado através da aquisição de muito dinheiro, geralmente não conseguimos manter aprofundado as raízes no propósito do Ser. Nenhum problema há em ganhar muito dinheiro, mas quando as raízes dos nossos propósitos são fracas, podemos se perder.
Assim, podemos ser facilmente arrastados e levados pela fama, ou tomados pelo orgulho e dominados pela vaidade. Então, é perdido o caminho do coração, e nos movemos na correnteza e euforia, agindo obscurecidos usando como razão o orgulho do ego, que cega os olhos da alma. Essas armadilhas do ego podem desfazer sonhos, infringindo dor para si e para outros.
Para evitar isso é necessário primeiro ouvir sua intuição, é a voz do seu coração, é preciso ter tranquilidade, silêncio mental para sentir e aumentar sua percepção.
Depois, descobrir seus verdadeiros propósitos de vida usando técnicas e práticas de autoconhecimento.
Adquirir força interna para firmar as raízes dos propósitos que almeja. Um boa maneira de se fazer isso é cultivar cuidados com nosso Ser, e sempre trazer para nossa vida os propósitos.
Obter mais lucidez através da prática da atenção ao momento presente para sentir e viver por essas raízes a todo momento.
Luís Fernando Richter
https://www.facebook.com/lfrichter
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Sawabona Shikoba
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA , é um cumprimento usado no sul da África quer dizer: “Eu Te respeito, eu te Valorizo, você é importante pra mim”.
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é: “ Então eu existo pra você”
Flávio Gikovate
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Gatilhos emocionais
Conforme o padrão do fluxo emocional que coloquei anteriormente, agora fiz uma definição melhor dos gatilhos que é o estado inicial do fluxo.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
O presente é sempre saboroso
Você já notou uma coisa? O presente é sempre saboroso, o presente é sempre cheio de contentamento.
Preocupações e sofrimentos são causados seja por aquilo que você queria ter feito no passado mas não pôde, seja por aquilo que você quer fazer no futuro e não sabe se será ou não capaz de fazer.
Você já reparou, já parou para pensar nessa pequena verdade - que não há sofrimento no presente, não há preocupações? É por isso que o presente não perturba a mente, é a ansiedade que perturba a mente. Não há sofrimento no presente. O presente não conhece o sofrimento, o presente é um momento tão pequeno que o sofrimento não pode caber nele.
No presente só cabe o Paraíso, nunca o Inferno. O Inferno é grande demais! O Presente só pode ser pacífico, só pode ser feliz.
Osho
Preocupações e sofrimentos são causados seja por aquilo que você queria ter feito no passado mas não pôde, seja por aquilo que você quer fazer no futuro e não sabe se será ou não capaz de fazer.
Você já reparou, já parou para pensar nessa pequena verdade - que não há sofrimento no presente, não há preocupações? É por isso que o presente não perturba a mente, é a ansiedade que perturba a mente. Não há sofrimento no presente. O presente não conhece o sofrimento, o presente é um momento tão pequeno que o sofrimento não pode caber nele.
No presente só cabe o Paraíso, nunca o Inferno. O Inferno é grande demais! O Presente só pode ser pacífico, só pode ser feliz.
Osho
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Mapa de Reatividade Emocional
Continuando o fluxo anterior, quando a pessoa sem percepção (sem presença) inicia a reatividade emocional então ela pode ter vários comportamentos conforme este mapa.
Padrão do Fluxo Emocional
Padrão do fluxo emocional - conforme estudos dos trabalhos de Eckhart Tolle. Assista o vídeo com explicações.
Porque temos tantas expectativas?
Todos nós temos expectativas e na maior parte do tempo acreditamos ser bastante razoáveis. Descobri que esse é um padrão de comportamento muito difícil de trazer à consciência. Prendemo-nos às nossas expectativas como mulas teimosas porque do outro lado está a solidão. É um despertar doloroso abandonar as expectativas. Significa despertar em um mundo que não é como a nossa criança emocional gostaria que fosse. Sempre encobri minhas expectativas com a negação. Mas, quando comecei a enxergá-las, foi um susto ver que minha vida era toda pontilhada de expectativas. Tenho expectativas de como ser tratado pelas pessoas, de quanto e de que maneira elas me amam, de que a minha criatividade seja apreciada e até da disponibilidade das pessoas de me dar o que quero e prever meus sentimentos e humores. Tenho grandes expectativas de ser entendido e até mesmo expectativas sobre o tempo. Quando elas não são correspondidas, reajo. Às vezes xingo, outras fico zangado, outras ainda finjo que não me importo. Em geral, fico irritado. Às vezes, só sei que tenho uma expectativa quando ela não é correspondida. É quando fico irritado sem saber por quê. A razão é sempre a mesma. Algo não está acontecendo conforme eu quero.Nunca me ocorreu que tudo isso fosse apenas a minha criança emocional. Mas, quando pude entender essa parte soterrada de mim mesmo e o grau de consciência que a envolvia, tudo ficou mais claro. É natural que a nossa criança interior tenha expectativas. É um profundo mecanismo de sobrevivência. Nossas expectativas são guiadas por dois medos. Sentimos medo de não ter o que precisamos e de ser infelizes. Isso cria uma sensação de pânico quase insuportável. No nosso estado mental infantil, precisamos buscar no mundo exterior aquilo que nos falta. Desse espaço, não conhece-mos nenhuma outra maneira de ter nossas necessidades essenciais satisfeitas. Infelizmente, nem sempre percebemos que nossas ações são conduzidas por essa criança em pânico. É um comportamento que cria problemas na nossa vida porque as expectativas sempre resultam em frustração e decepção. Jamais ninguém vai mudar para corresponder às nossas expectativas - mesmo que tentemos. Isso só cria ressentimentos e afasta as pessoas de nós. A vida construída em torno de expectativas resulta em decepção, rejeição e frustração infinitas, baixa auto-estima e até autodestruição.
Krishnananda
4 Máximas do Perdão
1. O perdão começa no nosso próprio coração. Só depois que nos perdoamos conseguimos perdoar as outras pessoas ou receber o seu perdão.
2. O perdão não é condicional, embora nossa prática do perdão muitas vezes seja.
3. O perdão é um processo contínuo. Ele vem em resposta a todo julgamento que fazemos contra nós mesmos ou contra as outras pessoas.
4. Qualquer gesto de perdão é suficiente. Qualquer coisa que possamos fazer hoje é o bastante. Esse entendimento nos habilita a praticar o perdão com perdão
Paul Ferrini
2. O perdão não é condicional, embora nossa prática do perdão muitas vezes seja.
3. O perdão é um processo contínuo. Ele vem em resposta a todo julgamento que fazemos contra nós mesmos ou contra as outras pessoas.
4. Qualquer gesto de perdão é suficiente. Qualquer coisa que possamos fazer hoje é o bastante. Esse entendimento nos habilita a praticar o perdão com perdão
Paul Ferrini
Paraíso e Inferno
Paraíso e Inferno não são locais geográficos, são psicológicos, são a sua psicologia. Paraíso e Inferno não se encontram no final de sua vida, estão aqui e agora. A cada momento os portões se abrem. A cada momento você está cambaleando entre o Paraíso e o Inferno. É uma questão que se coloca a cada momento, é urgente. Em um único momento você pode se mover do Inferno ao Paraíso, do Paraíso ao Inferno.
Ambos estão dentro de você. Os portões estão muito próximos um do outro: com a mão direita você pode abrir um deles, com a mão esquerda você pode abrir outro. Com uma simples mudança de sua mente seu ser se transforma — do Paraíso ao Inferno, do Inferno ao Paraíso. Sempre que você age inconscientemente, sem percepção, esta no Inferno. Sempre que está consciente, sempre que age com completa percepção, está no Paraíso.
Osho
Ambos estão dentro de você. Os portões estão muito próximos um do outro: com a mão direita você pode abrir um deles, com a mão esquerda você pode abrir outro. Com uma simples mudança de sua mente seu ser se transforma — do Paraíso ao Inferno, do Inferno ao Paraíso. Sempre que você age inconscientemente, sem percepção, esta no Inferno. Sempre que está consciente, sempre que age com completa percepção, está no Paraíso.
Osho
Exigimos que seja como queremos
As expectativas são uma tentativa de buscar alguma coisa no lado de fora que só pode ser encontrada interiormente. Nossas expectativas são tentativas de preencher nossas lacunas, a sensação de vazio, com o que está fora. Tentamos acalmar o medo que temos do abandono esperando poder contar sempre com as pessoas. Procuramos acalmar o medo da invasão esperando que as pessoas respeitem os nossos limites. Quando esperamos alguma coisa de alguém, por mais razoável que seja, não estamos vendo a pessoa, nesse momento, como ela é. Esperamos e exigimos que seja como queremos. No nosso estado mental infantil, não podemos permitir que ela seja como é porque não suportamos a sensação de traição e abandono que se segue quando o outro não corresponde às nossas expectativas. Por trás de cada expectativa há sempre uma ferida ou uma lacuna, mas não percebemos que está lá nem que ferida é. Quando alguém não corresponde às nossas expectativas, ficamos perturbados porque sentimos a ferida da traição, da invasão e do abandono dentro de nós.
Krishnananda
Krishnananda
Infecção
A infecção são todas as maneiras através das quais nossa energia foi negativamente afetada pelos condicionamentos. São todas as convicções e os medos repressivos que inconscientemente trazemos dentro de nós, todas as expectativas negativas e os sentimentos de limitação que assimilamos dos nossos adultos importantes. Quando crianças, somos um receptáculo de todos os medos e negativismos dos que cuidam de nós e da sociedade repressiva na qual fomos criados. Chamamos isso de "infecção" porque entrou em nossa maneira de pensar sem nosso conhecimento e espalhou-se a ponto de afetar nossa energia, nossa auto-estima, nossa criatividade, os relacionamentos, a sexualidade, a inteligência - em resumo, todos os aspectos da nossa vida.
A infecção ajuda a explicar muita coisa da experiência da criança emocional. Caso contrário, seria muito difícil entender por que sentimos tanto medo, tanta vergonha, tanta inibição e insegurança interiormente. A infecção ajuda a explicar por que nos pegamos repetindo estilos de vida e padrões que pertenciam a um dos nossos pais ou a ambos. É claro que nem tudo o que nos infectou foi negativo. Muitas das nossas qualidades positivas foram em parte herdadas de alguma maneira misteriosa.
As diversas manifestações do medo em nossa vida atual em geral apenas refletem o modo como nossos pais, ou apenas um deles, expressavam seus medos. Nossas atitudes negativas e críticas em relação aos outros e à vida geralmente refletem atitudes similares de nossos pais.
A infecção fez o molde, e todos os conceitos que temos de nós mesmos são a imagem que saiu desse molde. Não podemos imaginar outra forma de pensar nem de agir.
Se é preciso muita coragem para conhecer a nossa infecção, imagine-se então para nos livrar dela. É, sem dúvida nenhuma, o passo mais corajoso que daremos na vida. Nossos condicionamentos - a religião, a cultura, a classe social em que fomos criados - nos dão uma identidade. Até começarmos a romper com tudo isso, será difícil perceber que estamos sendo esmagados ou que existe outra maneira de viver, diferente daquilo que nos foi ensinado.
Krishnananda
A infecção ajuda a explicar muita coisa da experiência da criança emocional. Caso contrário, seria muito difícil entender por que sentimos tanto medo, tanta vergonha, tanta inibição e insegurança interiormente. A infecção ajuda a explicar por que nos pegamos repetindo estilos de vida e padrões que pertenciam a um dos nossos pais ou a ambos. É claro que nem tudo o que nos infectou foi negativo. Muitas das nossas qualidades positivas foram em parte herdadas de alguma maneira misteriosa.
As diversas manifestações do medo em nossa vida atual em geral apenas refletem o modo como nossos pais, ou apenas um deles, expressavam seus medos. Nossas atitudes negativas e críticas em relação aos outros e à vida geralmente refletem atitudes similares de nossos pais.
A infecção fez o molde, e todos os conceitos que temos de nós mesmos são a imagem que saiu desse molde. Não podemos imaginar outra forma de pensar nem de agir.
Se é preciso muita coragem para conhecer a nossa infecção, imagine-se então para nos livrar dela. É, sem dúvida nenhuma, o passo mais corajoso que daremos na vida. Nossos condicionamentos - a religião, a cultura, a classe social em que fomos criados - nos dão uma identidade. Até começarmos a romper com tudo isso, será difícil perceber que estamos sendo esmagados ou que existe outra maneira de viver, diferente daquilo que nos foi ensinado.
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