1. O perdão começa no nosso próprio coração. Só depois que nos perdoamos conseguimos perdoar as outras pessoas ou receber o seu perdão.
2. O perdão não é condicional, embora nossa prática do perdão muitas vezes seja.
3. O perdão é um processo contínuo. Ele vem em resposta a todo julgamento que fazemos contra nós mesmos ou contra as outras pessoas.
4. Qualquer gesto de perdão é suficiente. Qualquer coisa que possamos fazer hoje é o bastante. Esse entendimento nos habilita a praticar o perdão com perdão
Paul Ferrini
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
A criança e seus desafios
No seu subconsciente ocorrem as seguintes reações: uma vez que a criança em você não pode libertar-se do passado, não pode chegar a um acordo com ele, não pode perdoar, compreender e aceitar, essa mesma criança que existe em seu interior cria condições semelhantes, tentando vencer no final para, finalmente, dominar a situação em lugar de sucumbir a ela.
Todo esse procedimento é profundamente pernicioso.
...é ilusório achar que a falta de amor, por mais triste que possa ter sido quando você era criança, seja a tragédia que o seu subconsciente ainda sente que é. A única tragédia está no fato de você obstruir a sua felicidade futura ao continuar a reproduzir a velha situação, na tentativa de dominá-la.
Ao tentar reproduzir a situação da infância, você escolhe inconscientemente um parceiro com aspectos semelhantes àqueles do seu pai ou da sua mãe. Porém, são esses mesmos aspectos que tornarão impossível que você receba agora o amor maduro que legitimamente anseia, da mesma forma que foi no passado.
Você acredita, cegamente, que o fato de querer com mais força e urgência fará com que seu pai-parceiro agora ceda, mas na realidade o amor não pode vir por esse caminho. Somente quando você ficar livre dessa contínua repetição é que você não chorará mais pelo amor de um pai ou de uma mãe.
Não exigindo ser amado como uma criança, você estará igualmente desejoso de amar.
Porém, uma vez ciente de que dificilmente existe uma pessoa realmente madura, essas imaturidades do seu parceiro não serão mais a tragédia que eram enquanto você buscava constantemente reencontrar um dos seus pais, ou ambos, o que, é claro nunca poderia ocorrer.
Com sua imaturidade e incapacidade atual, você pode não obstante construir uma relação mais madura, livre da compulsão infantil de recriar e corrigir o passado.
Eva Pierrakos
Todo esse procedimento é profundamente pernicioso.
...é ilusório achar que a falta de amor, por mais triste que possa ter sido quando você era criança, seja a tragédia que o seu subconsciente ainda sente que é. A única tragédia está no fato de você obstruir a sua felicidade futura ao continuar a reproduzir a velha situação, na tentativa de dominá-la.
Ao tentar reproduzir a situação da infância, você escolhe inconscientemente um parceiro com aspectos semelhantes àqueles do seu pai ou da sua mãe. Porém, são esses mesmos aspectos que tornarão impossível que você receba agora o amor maduro que legitimamente anseia, da mesma forma que foi no passado.
Você acredita, cegamente, que o fato de querer com mais força e urgência fará com que seu pai-parceiro agora ceda, mas na realidade o amor não pode vir por esse caminho. Somente quando você ficar livre dessa contínua repetição é que você não chorará mais pelo amor de um pai ou de uma mãe.
Não exigindo ser amado como uma criança, você estará igualmente desejoso de amar.
Porém, uma vez ciente de que dificilmente existe uma pessoa realmente madura, essas imaturidades do seu parceiro não serão mais a tragédia que eram enquanto você buscava constantemente reencontrar um dos seus pais, ou ambos, o que, é claro nunca poderia ocorrer.
Com sua imaturidade e incapacidade atual, você pode não obstante construir uma relação mais madura, livre da compulsão infantil de recriar e corrigir o passado.
Eva Pierrakos
Conflito entre o amor e o ressentimento dos pais
Enquanto a ferida, a decepção e a necessidade não satisfeita dos seus anos infantis permanecem inconscientes, você não pode entrar em um acordo com elas. Não importa o quanto você ama os seus pais, existe em você um ressentimento inconsciente, o que o impede de perdoá-los pela ferida.
Você só pode perdoar e esquecer se reconhecer a sua ferida e o seu ressentimento profundamente escondidos. Como um ser humano adulto você verá que seus pais são, também, apenas seres humanos. Eles não são tão imaculados e perfeitos quanto a criança pensava e esperava, contudo eles não devem ser rejeitados agora porque tinham seus conflitos e imaturidades. A luz do raciocínio consciente tem que ser aplicada a essas emoções que você nunca se permitiu perceber completamente.
Enquanto não tem consciência desse conflito entre o anseio por um amor perfeito, vindo dos seus pais, e o ressentimento contra eles, você está fadado a tentar remediar a situação depois de adulto. Esse esforço pode manifestar-se em vários aspectos da sua vida.
Você constantemente se depara com problemas e padrões repetidos que têm origem na sua tentativa de reproduzir a situação de infância de forma a corrigi-la. Essa compulsão inconsciente é um fator muito forte, mas está muito oculto do seu entendimento consciente!
A maneira mais freqüente de se tentar remediar a situação ocorre na escolha dos parceiros. Inconscientemente você saberá como escolher no parceiro aspectos semelhantes ao daquele dentre os pais que mais deixou a desejar em sua afeição e amor reais genuínos. Mas você também busca no seu parceiro aspectos do outro, o que chegou mais perto de corresponder às suas exigências.
Assim, você busca os pais novamente – de uma maneira sutil que não é sempre fácil de detectar – no seu cônjuge, nas suas amizades ou nas demais relações humanas.
Eva Pierrakos
Você só pode perdoar e esquecer se reconhecer a sua ferida e o seu ressentimento profundamente escondidos. Como um ser humano adulto você verá que seus pais são, também, apenas seres humanos. Eles não são tão imaculados e perfeitos quanto a criança pensava e esperava, contudo eles não devem ser rejeitados agora porque tinham seus conflitos e imaturidades. A luz do raciocínio consciente tem que ser aplicada a essas emoções que você nunca se permitiu perceber completamente.
Enquanto não tem consciência desse conflito entre o anseio por um amor perfeito, vindo dos seus pais, e o ressentimento contra eles, você está fadado a tentar remediar a situação depois de adulto. Esse esforço pode manifestar-se em vários aspectos da sua vida.
Você constantemente se depara com problemas e padrões repetidos que têm origem na sua tentativa de reproduzir a situação de infância de forma a corrigi-la. Essa compulsão inconsciente é um fator muito forte, mas está muito oculto do seu entendimento consciente!
A maneira mais freqüente de se tentar remediar a situação ocorre na escolha dos parceiros. Inconscientemente você saberá como escolher no parceiro aspectos semelhantes ao daquele dentre os pais que mais deixou a desejar em sua afeição e amor reais genuínos. Mas você também busca no seu parceiro aspectos do outro, o que chegou mais perto de corresponder às suas exigências.
Assim, você busca os pais novamente – de uma maneira sutil que não é sempre fácil de detectar – no seu cônjuge, nas suas amizades ou nas demais relações humanas.
Eva Pierrakos
Restos de medo
Tu reténs milhares de pequenos restos de medo que impedem a entrada Daquele que é Santo. A luz não pode penetrar através das paredes que fazes para bloqueá-la e se recusa para sempre a destruir o que tu tens feito. Ninguém pode ver através de uma parede, mas eu posso contorná-la. Vigia a tua mente buscando os restos de medo, ou não serás capaz de me pedir que o faça. Eu só posso ajudar-te do modo como o nosso Pai nos criou. Eu vou amar-te e honrar-te e manter completo respeito por aquilo que tens feito, mas não vou apoiar o que fizeste a não ser que seja verdadeiro. Eu nunca te abandonarei assim como Deus também jamais o fará, mas tenho que esperar enquanto escolheres abandonar a ti mesmo. Porque eu espero com amor e não com impaciência, com toda a certeza tu me chamarás verdadeiramente. Virei em resposta a um único chamado inequívoco.
Um Curso em Milagres
Um Curso em Milagres
Fingir que não estamos chateados
Fingir que não estamos chateados quando estamos é bobagem. No entanto, fazemos isso o tempo todo.
"Não estou chateado". (negação)
"É você que esta chateado". (projeção)
A ilusão nasce da negação. É um alicerce erigido em areia movediça. Ela começa com um simples mal-entendido e acaba com outro muito pior. Portanto, temos de concordar em sentir o medo, pois é na negação do nosso medo que a ilusão se consolida. Todas as iniquidades deste mundo vem dessa negação em nossa mente.
Paul Ferrini
"Não estou chateado". (negação)
"É você que esta chateado". (projeção)
A ilusão nasce da negação. É um alicerce erigido em areia movediça. Ela começa com um simples mal-entendido e acaba com outro muito pior. Portanto, temos de concordar em sentir o medo, pois é na negação do nosso medo que a ilusão se consolida. Todas as iniquidades deste mundo vem dessa negação em nossa mente.
Paul Ferrini
A cova profunda em nosso coração
Temos de encarar o fato de que queremos amor e não nos sentimos amados nem amorosos. Precisamos ficar com esse vazio, com essa falta aparente. Quando ficamos com esse vazio, conseguimos olhar por trás dele. Isso nos ajuda a entendê-lo melhor. É então que encontramos o amor que achamos que nos falta.
A fonte de amor não está na superfície. Ela está enterrada no nosso coração, numa cova tão profunda quanto o nosso sofrimento. Temos de descer até ali para encontrar. Temos de ir além do nosso medo, da nossa raiva, da nossa vergonha para sentir o nosso amor. Essa descida é metade do caminho. Não podemos acolher o amor enquanto não aprendermos a ficar com o nosso medo e com o os nossos sentimentos de separação. Temos que nos entender com as nossas emoções.
Paul Ferrini
A fonte de amor não está na superfície. Ela está enterrada no nosso coração, numa cova tão profunda quanto o nosso sofrimento. Temos de descer até ali para encontrar. Temos de ir além do nosso medo, da nossa raiva, da nossa vergonha para sentir o nosso amor. Essa descida é metade do caminho. Não podemos acolher o amor enquanto não aprendermos a ficar com o nosso medo e com o os nossos sentimentos de separação. Temos que nos entender com as nossas emoções.
Paul Ferrini
Me aceitar, me perdoar, assumir a responsabilidade
As outras pessoas parecem causar a sua felicidade ou a sua tristeza, mas a sua crença de que elas são, de algum modo, responsáveis pela sua vida é só uma aparência, uma distorção que encobre a substancia real. Buscar a alegria ou a fonte do perdão fora de nós mesmos só causa decepção.
Nós só temos acesso a três estados de consciência. Um é o amor, que é eterno e incondicional. O outro é o medo, que é temporário e condicional. E o último é o perdão, que é uma ponte entre a ilusão do medo e a realidade do amor.
O primeiro grande movimento no processo trifásico do perdão é me aceitar. É me perdoar. É assumir a responsabilidade por mim mesmo. É reivindicar a minha própria vida agora mesmo, em sua totalidade, exatamente como ela é, sem julgamento. É me amar a cada instante. É ser o meu próprio suprimento de amor.
Paul Ferrini
Nós só temos acesso a três estados de consciência. Um é o amor, que é eterno e incondicional. O outro é o medo, que é temporário e condicional. E o último é o perdão, que é uma ponte entre a ilusão do medo e a realidade do amor.
O primeiro grande movimento no processo trifásico do perdão é me aceitar. É me perdoar. É assumir a responsabilidade por mim mesmo. É reivindicar a minha própria vida agora mesmo, em sua totalidade, exatamente como ela é, sem julgamento. É me amar a cada instante. É ser o meu próprio suprimento de amor.
Paul Ferrini
Perdão é um processo contínuo
Perdão é um processo contínuo, incondicional que começa em nosso próprio coração a partir do autoperdão.
Por que precisamos do perdão? Porque todos nós nos condenamos. E todos nós tentamos nos livrar do ódio que nutrimos contra nós mesmos projetando nos outros a responsabilidade pelos nossos problemas.
No fundo de cada um existe uma criança ferida que precisa ser curada. O processo de perdão oferece a essa criança a oportunidade de cura. E, por meio da auto-aceitação podemos envolver em amor essas feridas interiores. Todo ato de aceitação neutraliza julgamentos que fizemos, todo ato de aceitação abre nosso coração para o amor. E o amor cura todas as feridas.
Paul Ferrini
Por que precisamos do perdão? Porque todos nós nos condenamos. E todos nós tentamos nos livrar do ódio que nutrimos contra nós mesmos projetando nos outros a responsabilidade pelos nossos problemas.
No fundo de cada um existe uma criança ferida que precisa ser curada. O processo de perdão oferece a essa criança a oportunidade de cura. E, por meio da auto-aceitação podemos envolver em amor essas feridas interiores. Todo ato de aceitação neutraliza julgamentos que fizemos, todo ato de aceitação abre nosso coração para o amor. E o amor cura todas as feridas.
Paul Ferrini
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